sexta-feira, 28 de novembro de 2008

quinta-feira, 27 de novembro de 2008


Lisboa - Av. Sidónio Pais

quarta-feira, 26 de novembro de 2008


Porto - Rua de Santa Catarina

terça-feira, 25 de novembro de 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

de Alhandra em homenagem a Soeiro Pereira Gomes


Alhandra - Av. Dr. Sousa Martins - espelho de fechadura

domingo, 23 de novembro de 2008

sábado, 22 de novembro de 2008

(4) Jardim Botânico da Ajuda


Lisboa - Calçada da Ajuda - Jardim Botânico

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Chaminé discreta na calçada


Lisboa - Cç. da Estrela - Chaminé à janela

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Chaminé no Aqueduto


Lisboa - Bairro da Serafina - chaminé no Aqueduto
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domingo, 16 de novembro de 2008

Quinta da Penha Longa


Sintra - Quinta da Penha Longa - escadaria interior
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sábado, 15 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Brasões em Sintra



Sintra - Sala dos Brasões - pormenor do tecto

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Emigrantes é aqui ...


Lisboa - Largo das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros)
Placa identificativa do posto de atendimento aos emigrantes

terça-feira, 11 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008


Lisboa - Rua da Estrela - painel de porta

domingo, 9 de novembro de 2008

(2) Travessa de S. Plácido - Lisboa


Lisboa - Travessa de S. Plácido - "campainha" mesmo, nada de confusões

sábado, 8 de novembro de 2008

(1) Rua das Trinas - Lisboa


Lisboa - Rua das Trinas: com pedigree

Retirado daqui: http://mrjones.borfast.com/blog/a-campainha-da-porta
Inventada em 1831, por um senhor chamado Joseph Henry, a campainha da porta é um instrumento extremamente útil, que permite avisar os ocupantes de uma casa que estamos a querer entrar ou falar com eles, sem que para isso tenhamos que incomodar os vizinhos com gritos, assobios, buzinas ou outro tipo de barulhos.
É espantoso como uma invenção tão antiga e tão simples como esta pode evitar tantas coisas, como chatear os vizinhos, ter um processo em tribunal por perturbar o sossego público, ficar com uns quantos dentes partidos, entre outras.
Fantástico, não é?!
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Inauguro hoje uma nova série de fotos sob a etiqueta Campainhas de porta - Door bells, onde divulgarei alguns dos muitos exemplares de botões de campainha, interruptores e afins que fui colhendo e continuam a interpelar-me no meu deambular urbano. Como terão ocasião de constatar, estes objectos, em princípio de contornos estéticos pouco significantes, podem ter o seu encanto.
Espero que se deixem surprender pela diversidade e pelo pitoresco de alguns.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

(3) Dragoeiro? Que é isso?



Lisboa - Jardim da Estrela - dragoeiro

Retirado adqui: http://wapedia.mobi/pt/Dragoeiro
A Dracena draco, mais conhecida por Dragoeiro, é uma planta originária da Macaronésia. O dragoeiro pertence à classe Liliopsida, ordem Asparagales, família das Ruscaceae (Dracaenaceae), sendo nativo dos arquipélagos atlânticos das Canárias, Madeira e Açores, e localmente da costa africana vizinha. Pode atingir centenas de anos de idade, produzindo árvores de grandes dimensões. Apesar de comuns e muito apreciados como plantas ornamentais em jardins nestes arquipélagos, o dragoeiro encontra-se vulnerável no estado selvagem devido à destruição do seu habitat. A sua abundância pode variar entre o relativamente comum nas Canárias a extremamente raro na ilha da Madeira.

Há mais Dragoeiros em Lisboa e arredores, alguns dos quais vão aparecer por aqui.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

bananeiras na Mouraria


Lisboa - Beco do Alegrete (Mouraria)

domingo, 2 de novembro de 2008


Lisboa - Avenida da Liberdade - quiosque Tivoli

sábado, 1 de novembro de 2008

(2) Terramoto de Lisboa


Lisboa - Museu Arqueológico do Carmo
Faz hoje 253 anos que ocorreu em Lisboa o Terramoto de 1755 que causou a morte de milhares de pessoas e destruiu uma parte significativa dos edifícios da cidade.
As ruinas do Convento do Carmo, onde hoje funciona um Museu Arqueológico, mantêm viva a memória desse dia negro da história de Lisboa.