sábado, 8 de novembro de 2008

(1) Rua das Trinas - Lisboa


Lisboa - Rua das Trinas: com pedigree

Retirado daqui: http://mrjones.borfast.com/blog/a-campainha-da-porta
Inventada em 1831, por um senhor chamado Joseph Henry, a campainha da porta é um instrumento extremamente útil, que permite avisar os ocupantes de uma casa que estamos a querer entrar ou falar com eles, sem que para isso tenhamos que incomodar os vizinhos com gritos, assobios, buzinas ou outro tipo de barulhos.
É espantoso como uma invenção tão antiga e tão simples como esta pode evitar tantas coisas, como chatear os vizinhos, ter um processo em tribunal por perturbar o sossego público, ficar com uns quantos dentes partidos, entre outras.
Fantástico, não é?!
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Inauguro hoje uma nova série de fotos sob a etiqueta Campainhas de porta - Door bells, onde divulgarei alguns dos muitos exemplares de botões de campainha, interruptores e afins que fui colhendo e continuam a interpelar-me no meu deambular urbano. Como terão ocasião de constatar, estes objectos, em princípio de contornos estéticos pouco significantes, podem ter o seu encanto.
Espero que se deixem surprender pela diversidade e pelo pitoresco de alguns.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

(3) Dragoeiro? Que é isso?



Lisboa - Jardim da Estrela - dragoeiro

Retirado adqui: http://wapedia.mobi/pt/Dragoeiro
A Dracena draco, mais conhecida por Dragoeiro, é uma planta originária da Macaronésia. O dragoeiro pertence à classe Liliopsida, ordem Asparagales, família das Ruscaceae (Dracaenaceae), sendo nativo dos arquipélagos atlânticos das Canárias, Madeira e Açores, e localmente da costa africana vizinha. Pode atingir centenas de anos de idade, produzindo árvores de grandes dimensões. Apesar de comuns e muito apreciados como plantas ornamentais em jardins nestes arquipélagos, o dragoeiro encontra-se vulnerável no estado selvagem devido à destruição do seu habitat. A sua abundância pode variar entre o relativamente comum nas Canárias a extremamente raro na ilha da Madeira.

Há mais Dragoeiros em Lisboa e arredores, alguns dos quais vão aparecer por aqui.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Quiosque no Jardim da Estrela


Lisboa - Jardim da Estrela - quiosque

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Fábrica que se tranformou em casas


Lisboa - Av. 24 de Julho

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

bananeiras na Mouraria


Lisboa - Beco do Alegrete (Mouraria)

domingo, 2 de novembro de 2008


Lisboa - Avenida da Liberdade - quiosque Tivoli

sábado, 1 de novembro de 2008

(2) Terramoto de Lisboa


Lisboa - Museu Arqueológico do Carmo
Faz hoje 253 anos que ocorreu em Lisboa o Terramoto de 1755 que causou a morte de milhares de pessoas e destruiu uma parte significativa dos edifícios da cidade.
As ruinas do Convento do Carmo, onde hoje funciona um Museu Arqueológico, mantêm viva a memória desse dia negro da história de Lisboa.