Casa Teixeira de Pascoaes - Gatão - Amarante
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sábado, 1 de março de 2014
sábado, 30 de janeiro de 2010
(9) Jain Temple, Bombaim




Índia - Bombaim - Babu Amichand Panalal Adishwarji Jain Temple
Os templos de Jain são geralmente considerados os mais bonitos da Índia, e este, chamado Babu Amichand Panalal Adishwarji Jain Temple, situado em Bombaim, é provavelmente o mais belo de todos.
Possui uma entrada ladeada por dois elefantes de pedra, dispondo no piso térreo de uma variedade enorme de deusas e santos muito bem adornados e decorados com vestes ricamente coloridas, que são mudadas com frequência por monges e monjas em actividade constante.
Também lá está patente a deusa Ganesh que recorda a histórica ligação entre o Jainismo e o Hinduísmo.
O tecto abobadado da cúpula do edifício está decorado com coloridos signos de Zodíaco.
…………………………………………….
Jainismo (de Jain) é uma antiga religião da Índia que ensina que a via para a moksha (libertação) e bem-aventurança consiste em viver uma vida de inocência e renúncia.
Tem como objectivo alcançar a libertação da alma.
Desde o início que o Jainismo pratica 4 dos 5 princípios de Jain: não-violência, veracidade, não roubar e não possuir coisas materiais. O princípio da castidade foi mais tarde acrescentado pelo tirthankara, Mahavira (*).
O Jainismo não tem um fundador único. A verdade foi revelada em ocasiões diferentes por um tirthankara, que se pode definir como uma espécie de professor / mestre que e mostra o caminho. Noutras religiões chamar-lhe-iam um “profeta”.
Como omnisciente mestre, o Tirthankara, consegue atingir o mais elevado estádio de existência e depois ensina os outros seguidores a consegui-lo.
Naquilo que os Jainistas chamam a “era actual” houve 24 tirthankaras, embora diminuta a prova de que a maioria deles tenha efectivamente existido.
O thirthankar não é uma encarnação de Deus. Trata-se somente de uma alma comum que nasceu como humano e atinge o estádio de um Tirthankar em consequência de práticas intensas de penitência, …e meditação. Por este facto, o Tirthankar não é definido como um Avatar (encarnação de Deus), mas sim o mais elevado estado de pureza da alma.
(*)
Vardhamana, mais conhecido como Mahavira ("Grande Herói" em sânscrito) foi o último dos vinte e quatro tirthankaras do Jainismo.
Numa perspectiva histórica é considerado o fundador ou reformador deste sistema religioso. Segundo a tradição jaina teria nascido em 599 a.C. em Kshatriyakundagrama, na Índia, e falecido no ano de 527 a.C., em Pavapuri, embora alguns académicos considerem que as datas 540 a.C. - 470 a.C. sejam mais correctas.
Mahavira pertencia à casta guerreira (kshatriya), sendo o seu pai Siddharta, o líder de um clã, e a sua mãe Devananda, que pertenceria à casta dos brâmanes.
A narrativa afirma que o Mahavira vivia num ambiente de luxo que mais tarde abandonou, num relato que se assemelha ao da vida do Buda, do qual se julga ter sido contemporâneo.
Estes dois homens viveram numa época em que as práticas religiosas tradicionais começavam a entrar em crise. Em particular, o sacrifício de animais e o sistema de castas eram postos em causa e, quer o Mahavira, quer o Buda, rejeitaram-nos.
Por volta dos trinta anos o Mahavira deixou a sua vida confortável para se entregar a práticas ascéticas na esperança de alcançar a iluminação. Durante um ano usou roupa, mas depois passou a andar nu, deixou que insectos o atacassem, sofreu ataques físicos e verbais, dormiu em locais inóspitos, praticou jejuns extremos, durante doze anos. Teve também particular cuidado em não fazer mal a qualquer forma de vida, desenvolvendo assim a teoria do ahimsa ou não-violência.
Se pretender saber mais sobre esta religião click em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahavira
http://www.bbc.co.uk/religion/religions/jainism/history/history.shtml
Possui uma entrada ladeada por dois elefantes de pedra, dispondo no piso térreo de uma variedade enorme de deusas e santos muito bem adornados e decorados com vestes ricamente coloridas, que são mudadas com frequência por monges e monjas em actividade constante.
Também lá está patente a deusa Ganesh que recorda a histórica ligação entre o Jainismo e o Hinduísmo.
O tecto abobadado da cúpula do edifício está decorado com coloridos signos de Zodíaco.
…………………………………………….
Jainismo (de Jain) é uma antiga religião da Índia que ensina que a via para a moksha (libertação) e bem-aventurança consiste em viver uma vida de inocência e renúncia.
Tem como objectivo alcançar a libertação da alma.
Desde o início que o Jainismo pratica 4 dos 5 princípios de Jain: não-violência, veracidade, não roubar e não possuir coisas materiais. O princípio da castidade foi mais tarde acrescentado pelo tirthankara, Mahavira (*).
O Jainismo não tem um fundador único. A verdade foi revelada em ocasiões diferentes por um tirthankara, que se pode definir como uma espécie de professor / mestre que e mostra o caminho. Noutras religiões chamar-lhe-iam um “profeta”.
Como omnisciente mestre, o Tirthankara, consegue atingir o mais elevado estádio de existência e depois ensina os outros seguidores a consegui-lo.
Naquilo que os Jainistas chamam a “era actual” houve 24 tirthankaras, embora diminuta a prova de que a maioria deles tenha efectivamente existido.
O thirthankar não é uma encarnação de Deus. Trata-se somente de uma alma comum que nasceu como humano e atinge o estádio de um Tirthankar em consequência de práticas intensas de penitência, …e meditação. Por este facto, o Tirthankar não é definido como um Avatar (encarnação de Deus), mas sim o mais elevado estado de pureza da alma.
(*)
Vardhamana, mais conhecido como Mahavira ("Grande Herói" em sânscrito) foi o último dos vinte e quatro tirthankaras do Jainismo.
Numa perspectiva histórica é considerado o fundador ou reformador deste sistema religioso. Segundo a tradição jaina teria nascido em 599 a.C. em Kshatriyakundagrama, na Índia, e falecido no ano de 527 a.C., em Pavapuri, embora alguns académicos considerem que as datas 540 a.C. - 470 a.C. sejam mais correctas.
Mahavira pertencia à casta guerreira (kshatriya), sendo o seu pai Siddharta, o líder de um clã, e a sua mãe Devananda, que pertenceria à casta dos brâmanes.
A narrativa afirma que o Mahavira vivia num ambiente de luxo que mais tarde abandonou, num relato que se assemelha ao da vida do Buda, do qual se julga ter sido contemporâneo.
Estes dois homens viveram numa época em que as práticas religiosas tradicionais começavam a entrar em crise. Em particular, o sacrifício de animais e o sistema de castas eram postos em causa e, quer o Mahavira, quer o Buda, rejeitaram-nos.
Por volta dos trinta anos o Mahavira deixou a sua vida confortável para se entregar a práticas ascéticas na esperança de alcançar a iluminação. Durante um ano usou roupa, mas depois passou a andar nu, deixou que insectos o atacassem, sofreu ataques físicos e verbais, dormiu em locais inóspitos, praticou jejuns extremos, durante doze anos. Teve também particular cuidado em não fazer mal a qualquer forma de vida, desenvolvendo assim a teoria do ahimsa ou não-violência.
Se pretender saber mais sobre esta religião click em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahavira
http://www.bbc.co.uk/religion/religions/jainism/history/history.shtml
sábado, 16 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
(7) Taj Mahal - Agra - Índia





Índia - Agra - Taj Mahal -
O Taj Mahal é um mausuléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade. Foi anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno numa celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007.
A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força e arte de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, nomeadamente de Teerão, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryunda Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal (A jóia do palácio). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yanamuna.
O Taj Mahal é um mausuléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade. Foi anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno numa celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007.
A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força e arte de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, nomeadamente de Teerão, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryunda Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal (A jóia do palácio). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yanamuna.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli, entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por dois edifícios simétricos, sendo im deles uma mesquita, e cercado por quatro minaretes.
Mais informação: http://pt.wikipedia.org/wiki/Taj_Mahal
Mais informação: http://pt.wikipedia.org/wiki/Taj_Mahal
terça-feira, 31 de março de 2009
(6) Culto a Sousa Martins
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Lisboa - Campo de Santana - monumento a Sousa Martins
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Lisboa - Campo de Santana - monumento a Sousa Martins

Alhandra - lápide a Dr. Sousa Martins, na Avenida com o seu nome
O Dr. Sousa Martins nasceu em Alhandra em 7 de Março de 1843.
Licenciado em Farmácia e em Medicina, termina os seus dias em Lisboa em 18 de Agosto de 1897, por suicídio, após ter contraído Tuberculose, a doença que sempre combatera.
Tornou-se uma das maiores crenças populares em Lisboa onde, por subscrição pública, lhe foi erigido um monumento no ano de 1904.
Esse monumento situa-se no Campo de Santana, mesmo em frente ao edifício da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, onde fora Professor Catedrático e constitui um dos 3 locais de culto hoje existentes em sua memória.
Os outros dois situam-se em Alhandra, sua terra natal.
Mais informação: http://www.museusousamartins.org/homeft.html
Licenciado em Farmácia e em Medicina, termina os seus dias em Lisboa em 18 de Agosto de 1897, por suicídio, após ter contraído Tuberculose, a doença que sempre combatera.
Tornou-se uma das maiores crenças populares em Lisboa onde, por subscrição pública, lhe foi erigido um monumento no ano de 1904.
Esse monumento situa-se no Campo de Santana, mesmo em frente ao edifício da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, onde fora Professor Catedrático e constitui um dos 3 locais de culto hoje existentes em sua memória.
Os outros dois situam-se em Alhandra, sua terra natal.
Mais informação: http://www.museusousamartins.org/homeft.html
domingo, 22 de março de 2009
(5) Templo Radha Krishna de Lisboa

Texto retirado de: http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/223540.html
O templo Radha-Krishna, uma obra em permanente construção desde finais de 1989, é uma obra do arquitecto português Augusto da Silva, inspirada no estilo e na tradição arquitectónica indiana dos templos hindus. A parte reservada ao culto religioso, bem como o salão de festas e a cozinha, foram inaugurados em Novembro 1998, mas desde essa data o complexo foi crescendo cada vez mais.
Hoje, além da biblioteca, das salas de jogos ou dos espaços destinados à formação profissional, o complexo conta ainda com uma creche, um centro de idosos ou um restaurante vegetariano. Restam ainda outras ambições como criar um posto médico e um pavilhão desportivo.
A Comunidade Hindu de Portugal conta com cerca de 15 mil membros e é reconhecida como uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Mais de 50% desta comunidade vive sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa e é principalmente oriunda do Estado indiano de Gujarat 2.
Hoje, além da biblioteca, das salas de jogos ou dos espaços destinados à formação profissional, o complexo conta ainda com uma creche, um centro de idosos ou um restaurante vegetariano. Restam ainda outras ambições como criar um posto médico e um pavilhão desportivo.
A Comunidade Hindu de Portugal conta com cerca de 15 mil membros e é reconhecida como uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Mais de 50% desta comunidade vive sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa e é principalmente oriunda do Estado indiano de Gujarat 2.
Veja notícias aqui: http://www.comunidadehindu.org/
sábado, 14 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Senhor Roubado
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Odivelas - Senhor Roubado
Retirado daqui: http://www.cm-odivelas.pt/Concelho/LocaisInteresse/SenhorRoubado/index.htm
Localizado à saída da Calçada de Carriche, num pequeno largo junto à estrada que leva a Odivelas, encontra-se o padrão do Senhor Roubado, monumento datado de 1744.
A sua construção deveu-se a um roubo efectuado na igreja de Odivelas, em 1671, alegadamente pelo jovem António Ferreira, que aí roubou do altar-mor e de outros altares desta igreja, as contas do rosário de N. Sra. do Rosário, as vestes do Menino Jesus e da Senhora do Egipto, os Vasos Sagrados, entre outros, escondendo-os numa mata de caniços onde está hoje o Senhor Roubado.
Numa época de extrema religiosidade, a dimensão deste caso foi tal que, quando chegada a notícia à capital, a rainha D. Luisa de Gusmão (mulher do Rei D. João IV, e nessa data regente do reino) enviou missivas a todo o reino, e foram afixados éditos prometendo recompensa em dinheiro e um emprego na justiça ou na fazenda, a quem denunciasse o autor do crime; a corte pôs luto e foram feitas procissões nas ruas.
Encontrados os objectos escondidos, e mais tarde confessado o roubo sacrílego por António Ferreira, após ter sido apanhado a roubar galinhas, por uma criada do Mosteiro de Odivelas, e tendo-lhe sido encontrada na bolsa a cruz de prata do remate do vaso dourado do Santíssimo, foi julgado em Lisboa e condenado a ser "arrastado e levado à praça do Rocio desta cidade, aonde lhe serão decepadas ambas as mãos e queimadas à sua vista, e depois seu corpo será queimado ...".
No local, numa oliveira, foi colocado um padrão de cruz, em madeira, que, mais tarde, o religioso António dos Santos transformou no padrão do Senhor Roubado, construído com pedra cedida pela pedreira da Paradela, e que o próprio realizou, pagando o restante trabalho com esmolas.
Era um local para os fiéis se encomendarem a Deus e pedirem perdão pelos seus pecados.
O Monumento ao Senhor Roubado é composto por um recinto, em forma de trapézio isósceles, com uma superfície de dez metros de comprido por oito de largura, e o arranjo arquitectónico apresenta-se a modo de templo descoberto. É uma espécie de altar ou oratório, constituído por um alpendre assente em quatro colunas toscanas e fechado por parede na parte posterior. No interior encontra-se o padrão que rememora o roubo sacrílego. Existe ainda no recinto um púlpito, conferindo-lhe a feição de lugar consagrado ao culto divino. Na face ocidental, um paredão inteiramente forrado de azulejos monocromáticos; nas partes inferior e superior, doze quadros ou painéis historiados, cada um composto por 72 azulejos, com legenda explicativa sobre as cenas do roubo.
A sua construção deveu-se a um roubo efectuado na igreja de Odivelas, em 1671, alegadamente pelo jovem António Ferreira, que aí roubou do altar-mor e de outros altares desta igreja, as contas do rosário de N. Sra. do Rosário, as vestes do Menino Jesus e da Senhora do Egipto, os Vasos Sagrados, entre outros, escondendo-os numa mata de caniços onde está hoje o Senhor Roubado.
Numa época de extrema religiosidade, a dimensão deste caso foi tal que, quando chegada a notícia à capital, a rainha D. Luisa de Gusmão (mulher do Rei D. João IV, e nessa data regente do reino) enviou missivas a todo o reino, e foram afixados éditos prometendo recompensa em dinheiro e um emprego na justiça ou na fazenda, a quem denunciasse o autor do crime; a corte pôs luto e foram feitas procissões nas ruas.
Encontrados os objectos escondidos, e mais tarde confessado o roubo sacrílego por António Ferreira, após ter sido apanhado a roubar galinhas, por uma criada do Mosteiro de Odivelas, e tendo-lhe sido encontrada na bolsa a cruz de prata do remate do vaso dourado do Santíssimo, foi julgado em Lisboa e condenado a ser "arrastado e levado à praça do Rocio desta cidade, aonde lhe serão decepadas ambas as mãos e queimadas à sua vista, e depois seu corpo será queimado ...".
No local, numa oliveira, foi colocado um padrão de cruz, em madeira, que, mais tarde, o religioso António dos Santos transformou no padrão do Senhor Roubado, construído com pedra cedida pela pedreira da Paradela, e que o próprio realizou, pagando o restante trabalho com esmolas.
Era um local para os fiéis se encomendarem a Deus e pedirem perdão pelos seus pecados.
O Monumento ao Senhor Roubado é composto por um recinto, em forma de trapézio isósceles, com uma superfície de dez metros de comprido por oito de largura, e o arranjo arquitectónico apresenta-se a modo de templo descoberto. É uma espécie de altar ou oratório, constituído por um alpendre assente em quatro colunas toscanas e fechado por parede na parte posterior. No interior encontra-se o padrão que rememora o roubo sacrílego. Existe ainda no recinto um púlpito, conferindo-lhe a feição de lugar consagrado ao culto divino. Na face ocidental, um paredão inteiramente forrado de azulejos monocromáticos; nas partes inferior e superior, doze quadros ou painéis historiados, cada um composto por 72 azulejos, com legenda explicativa sobre as cenas do roubo.
domingo, 17 de agosto de 2008
Mesquita Central de Lisboa
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Lisboa - Campolide (à Praça de Espanha)Principal mesquita da Comunidade Islâmica de Lisboa - inaugurada em 22Jun2001
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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